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Domingo, 25 de outubro de 2026
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Automóveis

BYD busca dobrar capacidade de produção no Brasil e planeja superar concorrentes até 2030

A fabricante chinesa iniciou o processo de licenciamento para elevar a capacidade da fábrica em Camaçari (BA) para 600 mil veículos por ano, mirando a liderança de mercado no país.

Por Redação
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BYD busca dobrar capacidade de produção no Brasil e planeja superar concorrentes até 2030

A fabricante chinesa de veículos elétricos BYD iniciou os pedidos de licenças necessárias para dobrar a capacidade anual de produção de sua fábrica brasileira, situada em Camaçari, na Bahia, para 600.000 veículos. Simultaneamente, a companhia avança para a fase final de obras e testes nos galpões de estamparia, soldagem e pintura, conforme informou à agência Reuters o vice-presidente sênior da empresa no país, Alexandre Baldy.

A unidade fabril brasileira tem previsão de iniciar o ano de 2027 superando o limite mínimo exigido de 50% de nacionalização de componentes. Essa adequação permitirá à montadora cumprir as exigências regulatórias vigentes e dar início às exportações para a região.

"A gente trabalha para inaugurar 2027 já ultrapassando essa posição e termos essas etapas em operação para sermos considerados um fabricante local", afirmou Baldy, em meio a questionamentos anteriores de grupos da indústria local quanto à dependência inicial de importações e tarifas temporariamente baixas.

Metas de vendas e ranking de produção

Com o objetivo de alcançar o posto de maior montadora do Brasil em volume de vendas até o ano de 2030, a BYD enfrenta atualmente um cenário em que a demanda supera a capacidade de fabricação. A empresa planeja acelerar suas operações para atingir uma produção mensal de 25.000 veículos até o encerramento de 2026, embora projete que a procura continuará acima da oferta.

"Nossa demanda tem ficado em uma média de cerca de 30.000 carros por mês, o que significa que estamos deixando de faturar cerca de 5.000 a 6.000 vendas adicionais", pontuou o executivo.

Dados de produção da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) detalham o panorama do setor no país:

  • FIAT: 723.365 unidades
  • VOLKSWAGEN: 538.657 unidades
  • GENERAL MOTORS: 323.070 unidades
  • HYUNDAI: 214.128 unidades
  • RENAULT GEELY DO BRASIL: 184.914 unidades
  • TOYOTA: 169.765 unidades
  • HONDA: 101.580 unidades
  • CAOA / CAOA CHERY: 68.739 unidades
  • PEUGEOT CITROËN: 64.528 unidades
  • NISSAN: 59.374 unidades

Investimentos e expansão internacional

O montante investido no complexo fabril brasileiro — localizado nas instalações que pertenceram à Ford — já ultrapassou a marca de R$ 5,5 bilhões. Além disso, as vendas faturadas da operação nacional atingirão a marca de 200.000 carros no acumulado de 2026.

Em setembro, a marca registrou 22.209 veículos emplacados no território brasileiro, assegurando uma fatia de 8,5% do mercado nacional. No âmbito externo, a BYD já lidera o mercado no Uruguai e ocupa posições de destaque nas vendas da Colômbia e da Argentina.

A montadora também contabiliza pedidos de 50.000 unidades provenientes do México e outras 50.000 da Argentina, que poderão ser atendidos a partir do próximo ano graças ao avanço no índice de localização de componentes.

Inaugurada oficialmente em 9 de outubro de 2025 em Camaçari (BA), a fábrica emprega atualmente cerca de 9.000 colaboradores, com expectativa de expansão para aproximadamente 10.000 postos de trabalho até o final do ano.


Fonte original: G1

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Fonte: Banco Central / SGS. Consulta no servidor a cada 6 horas. Em falhas de conexão, usamos a última leitura disponível com sua data.

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Para CDB e referência Selic: IR de 22,5% até 180 dias, 20% de 181 a 360, 17,5% de 361 a 720 e 15% acima de 720 dias. IOF regressivo nos ganhos de aportes com menos de 30 dias; o IR incide depois do IOF. Poupança e LCI/LCA são tratadas como isentas para pessoa física. Regras do IR e IOF · Isenções.

Regras tributárias atuais são mantidas como hipótese nos prazos futuros. O modelo considera um único resgate ao final, sem vencimentos, reinvestimentos com tributação intermediária ou carências. Na prática, as condições de cada produto podem alterar o resultado.

CDB e LCI/LCA são exemplos de percentuais do CDI, não ofertas de produtos. Para esses cenários, usamos a taxa diária equivalente do CDI e 21 dias úteis por mês. A referência Selic não reproduz o preço de um título do Tesouro. Rendimentos futuros podem mudar.

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