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Quarta-feira, 21 de outubro de 2026
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Economia

Magalu fecha parceria estratégica com a Shopee para expandir vendas online e fortalecer presença em marketplaces

O grupo varejista brasileiro passa a comercializar seus produtos e itens da KaBum! na plataforma asiática, unindo forças logísticas e comerciais para alcançar novos públicos no e-commerce nacional.

Por Redação
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Magalu fecha parceria estratégica com a Shopee para expandir vendas online e fortalecer presença em marketplaces

O grupo Magalu anunciou uma importante movimentação estratégica voltada para o mercado digital ao fechar uma parceria oficial com a Shopee. Com a novidade, a marca Magazine Luiza e os itens da KaBum!, empresa que também integra o ecossistema do grupo, passam a ser comercializados na seção de Lojas Oficiais da plataforma asiática. A operação logística de entrega dos pedidos ficará sob a responsabilidade do Magalog, o braço logístico independente do grupo varejista.

Com essa aliança, o Magalu adota uma estratégia similar à de outros grandes nomes do varejo e da indústria nacional, como Casas Bahia, Olympikus, Mondial e Brastemp. Através do ambiente virtual da Shopee, os consumidores brasileiros terão acesso a um vasto catálogo de eletroeletrônicos, eletrodomésticos e móveis. Além disso, o grupo participará ativamente das campanhas promocionais de datas duplas promovidas pelo marketplace, que concentram grande fluxo de compradores e ofertas em todo o país.

A iniciativa busca explorar novas modalidades de consumo que integram entretenimento e vantagens financeiras, a exemplo de frete grátis e cupons de desconto. Dessa forma, o Magalu poderá usufruir das ferramentas de social commerce oferecidas pela plataforma, incluindo as transmissões ao vivo da Shopee Lives, os conteúdos em vídeo e o engajamento de uma rede com mais de 10 milhões de criadores de conteúdo e afiliados no Brasil.

Segundo Fabrício Garcia, vice-presidente comercial e de operações do Magalu, a decisão faz parte de um plano para diversificar os canais digitais de atendimento. "Estamos agregando audiência em diferentes canais digitais para alcançar ainda mais clientes e ampliar as nossas vendas de forma acelerada e rentável. Queremos transformar essa audiência adicional da Shopee em crescimento sustentável para o Magalu e para as marcas do nosso ecossistema", destacou o executivo.

Especialistas do setor avaliam o acordo como uma fusão complementar de expertises. Para Roberto Wajnsztok, sócio-diretor da Gouvêa Consulting, a união resolve desafios estruturais de ambas as partes. Enquanto o Magalu construiu ao longo de décadas uma infraestrutura de transporte robusta voltada para itens volumosos, a Shopee se destaca pela alta capilaridade na entrega de produtos leves e de giro rápido.

"Seria difícil para o Magalu alcançar o nível de composição de sortimento que a Shopee tem hoje. Por outro lado, também seria difícil para o Shopee estruturar um portfólio com o mesmo perfil daquele em que o Magalu tem tradição. Seria necessário um investimento interno tão grande que não compensaria o esforço", pontua Wajnsztok, ressaltando que o modelo de cooperação entre grandes marcas ganhou força expressiva nos últimos dois anos no mercado brasileiro.

Enquanto a venda de mercadorias de maior porte já possui forte consolidação física e logística no país, os itens leves e importados ganharam escala massiva nos marketplaces. Ao estabelecer parcerias desse porte, as empresas conseguem cruzar suas principais vantagens competitivas: a Shopee agrega a credibilidade de marcas tradicionais com forte presença física e capacidade em categorias pesadas, ao passo que o grupo brasileiro ganha em capacidade de engajamento, interatividade e atração de novos públicos em ambientes digitais concentrados.


Fonte original: Globo

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PrazoBrutoIRIOF
  • Selic meta (% ao ano): 13,7500% · referência 04/11/2026
  • CDI anualizado (% ao ano): 13,6500% · referência 19/10/2026
  • Poupança (% no período mensal): 0,6707% · referência 19/10/2026

Fonte: Banco Central / SGS. Consulta no servidor a cada 6 horas. Em falhas de conexão, usamos a última leitura disponível com sua data.

Projeção para pessoa física residente no Brasil, com taxas constantes e aportes no fim de cada período mensal, contado a partir de hoje. Desconta IR e IOF estimados sobre os ganhos de cada aporte, conforme seus dias corridos até o resgate. Não desconta tarifas ou inflação. O último rendimento mensal da poupança é repetido como hipótese, sem prever a TR futura.

Para CDB e referência Selic: IR de 22,5% até 180 dias, 20% de 181 a 360, 17,5% de 361 a 720 e 15% acima de 720 dias. IOF regressivo nos ganhos de aportes com menos de 30 dias; o IR incide depois do IOF. Poupança e LCI/LCA são tratadas como isentas para pessoa física. Regras do IR e IOF · Isenções.

Regras tributárias atuais são mantidas como hipótese nos prazos futuros. O modelo considera um único resgate ao final, sem vencimentos, reinvestimentos com tributação intermediária ou carências. Na prática, as condições de cada produto podem alterar o resultado.

CDB e LCI/LCA são exemplos de percentuais do CDI, não ofertas de produtos. Para esses cenários, usamos a taxa diária equivalente do CDI e 21 dias úteis por mês. A referência Selic não reproduz o preço de um título do Tesouro. Rendimentos futuros podem mudar.

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