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Quarta-feira, 21 de outubro de 2026
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Economia

Banco Mundial planeja pacote de até US$ 5 bilhões em financiamentos para a Venezuela

Instituição financeira internacional avalia retomar empréstimos ao país sul-americano nos próximos dois anos, condicionados à regularização de débitos e reformas macroeconômicas.

Por Redação
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Banco Mundial planeja pacote de até US$ 5 bilhões em financiamentos para a Venezuela

O Banco Mundial estuda conceder até US$ 5 bilhões em créditos à Venezuela ao longo dos próximos dois anos, marcando um momento de retomada nas relações entre a instituição sediada em Washington e o governo venezuelano. A informação foi divulgada por Susana Cordeiro Guerra, vice-presidente do banco para a América Latina e Caribe, durante as reuniões anuais do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial em Bangkok.

Segundo a executiva, o apoio financeiro está condicionado à presença de "condições adequadas" e virá de uma combinação de recursos destinados tanto ao setor público quanto ao privado. Os montantes seriam direcionados para apoiar reformas estruturais, além de investimentos prioritários em infraestrutura e áreas sociais. O banco já identificou uma operação inicial de US$ 500 milhões voltada especialmente para projetos nos setores de água e eletricidade, podendo expandir para até US$ 2 bilhões no primeiro ano, caso a Venezuela regularize seus pagamentos em atraso com credores multilaterais. O último empréstimo concedido pela instituição ao país ocorreu em 2005.

Atualmente, o país enfrenta pendências financeiras significativas, acumulando mais de US$ 2 bilhões em principal e juros vencidos com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), além de débitos pendentes com o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF). Qualquer liberação de recursos também permanece sujeita à aprovação formal da diretoria executiva do Banco Mundial. As relações institucionais entre o FMI, o Banco Mundial e o governo da Venezuela foram restabelecidas em abril, sob a presidência interina de Delcy Rodríguez.

Como parte da reaproximação, o Banco Mundial pretende contratar em breve um representante residente e planeja reabrir um escritório oficial em Caracas antes do encerramento do ano. A instituição atua intensamente junto ao governo venezuelano na formulação de seu arcabouço macrofiscal e no suporte à reestruturação da dívida externa, estimada por cálculos privados em cerca de US$ 170 bilhões.

No panorama regional, Cordeiro Guerra destacou que a atuação do banco na América Latina tem se expandido, impulsionada por reformas e consolidação fiscal em diversas nações. A instituição também prepara pacotes de financiamento para outros países da região, como Colômbia, Argentina, Barbados, Paraguai, República Dominicana, El Salvador e Panamá, reforçando o foco estratégico em economias que implementam ajustes voltados à estabilidade macroeconômica e ao crescimento sustentável.


Fonte original: InvestNews

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Fonte: Banco Central / SGS. Consulta no servidor a cada 6 horas. Em falhas de conexão, usamos a última leitura disponível com sua data.

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Para CDB e referência Selic: IR de 22,5% até 180 dias, 20% de 181 a 360, 17,5% de 361 a 720 e 15% acima de 720 dias. IOF regressivo nos ganhos de aportes com menos de 30 dias; o IR incide depois do IOF. Poupança e LCI/LCA são tratadas como isentas para pessoa física. Regras do IR e IOF · Isenções.

Regras tributárias atuais são mantidas como hipótese nos prazos futuros. O modelo considera um único resgate ao final, sem vencimentos, reinvestimentos com tributação intermediária ou carências. Na prática, as condições de cada produto podem alterar o resultado.

CDB e LCI/LCA são exemplos de percentuais do CDI, não ofertas de produtos. Para esses cenários, usamos a taxa diária equivalente do CDI e 21 dias úteis por mês. A referência Selic não reproduz o preço de um título do Tesouro. Rendimentos futuros podem mudar.

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