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Quarta-feira, 21 de outubro de 2026
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Economia

A Reconfiguração do Setor de Alimentação: Como Tecnologia, Hábitos e o Mercado Redesenham Nossas Refeições

O mercado de alimentação passa por profundas transformações impulsionadas por novos hábitos de consumo, tecnologias avançadas, canetas emagrecedoras e a busca por conveniência.

Por Redação
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A Reconfiguração do Setor de Alimentação: Como Tecnologia, Hábitos e o Mercado Redesenham Nossas Refeições

O setor de alimentação no Brasil vive um momento de intensa reconfiguração. O que antes era um mercado rigidamente organizado por categorias e localizações fixas agora se molda com base em ocasiões de consumo. Com opções que vão desde compras em supermercados e aplicativos de delivery até rotisserias e refeições preparadas em casa, as fronteiras tradicionais tornaram-se fluidas. Segundo dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), o mercado movimentou R$ 495 bilhões em 2025, superando os R$ 455 bilhões do ano anterior, com uma estimativa de alcançar R$ 540 bilhões.

Apesar do crescimento no faturamento, os desafios operacionais aumentam. Custos de insumos, mão de obra, energia e aluguel pressionam os empresários, que disputam a atenção de consumidores cercados por ofertas diversificadas. Contudo, os canais de atendimento se somam em vez de se substituírem. Dados da consultoria Galunion apontam que apenas 11% dos entrevistados afirmam comer raramente ou nunca de forma presencial no food service, enquanto sete em cada dez utilizam o delivery ou serviços de retirada ao menos duas ou três vezes por mês. A decisão de compra do cliente contemporâneo já não se apoia exclusivamente no preço, englobando também sabor, qualidade, praticidade e experiência.

Entre as forças que redesenham o panorama gastronômico, destacam-se os medicamentos agonistas do receptor de GLP-1, conhecidos popularmente como canetas emagrecedoras. O uso desses fármacos reduziu o apetite de parcela significativa dos frequentadores de restaurantes, provocando mudanças na composição dos pedidos. Estabelecimentos já relatam o aumento na divisão de pratos, pedidos de porções menores e substituição de itens ricos em carboidratos por opções proteicas. Essa tendência exige que cozinhas e gestores revisem margens, tamanhos de porções e estratégias de cardápio para atender a um público cada vez mais atento à saúde e aos ingredientes.

A tecnologia também assume um papel central na gestão e na eficiência dos negócios alimentícios. Ferramentas de Inteligência Artificial e sistemas integrados auxiliam na previsão de demanda, controle de estoque, prevenção de fraudes e precificação automatizada — a exemplo de redes de mercados autônomos que elevaram suas margens por meio de algoritmos preditivos. Paralelamente, o salão dos restaurantes se reinventa como um espaço focado na hospitalidade, na socialização e em experiências imersivas que diferenciam o atendimento presencial das facilidades do consumo digital e do delivery.


Fonte original: Globo

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PrazoBrutoIRIOF
  • Selic meta (% ao ano): 13,7500% · referência 04/11/2026
  • CDI anualizado (% ao ano): 13,6500% · referência 19/10/2026
  • Poupança (% no período mensal): 0,6707% · referência 19/10/2026

Fonte: Banco Central / SGS. Consulta no servidor a cada 6 horas. Em falhas de conexão, usamos a última leitura disponível com sua data.

Projeção para pessoa física residente no Brasil, com taxas constantes e aportes no fim de cada período mensal, contado a partir de hoje. Desconta IR e IOF estimados sobre os ganhos de cada aporte, conforme seus dias corridos até o resgate. Não desconta tarifas ou inflação. O último rendimento mensal da poupança é repetido como hipótese, sem prever a TR futura.

Para CDB e referência Selic: IR de 22,5% até 180 dias, 20% de 181 a 360, 17,5% de 361 a 720 e 15% acima de 720 dias. IOF regressivo nos ganhos de aportes com menos de 30 dias; o IR incide depois do IOF. Poupança e LCI/LCA são tratadas como isentas para pessoa física. Regras do IR e IOF · Isenções.

Regras tributárias atuais são mantidas como hipótese nos prazos futuros. O modelo considera um único resgate ao final, sem vencimentos, reinvestimentos com tributação intermediária ou carências. Na prática, as condições de cada produto podem alterar o resultado.

CDB e LCI/LCA são exemplos de percentuais do CDI, não ofertas de produtos. Para esses cenários, usamos a taxa diária equivalente do CDI e 21 dias úteis por mês. A referência Selic não reproduz o preço de um título do Tesouro. Rendimentos futuros podem mudar.

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